.jpg)
por Cristina Thomé
Manso, o barco corta a água. Nele vou eu. Cerrados os olhos, corpo no sacolejo do rio. Todo sonho, vento leva. Todo desejo, água apaga.
O rebojo risca de riso minha cara. Rasante de arara tinge o coração. Vou pra festa na vila. Pra quê mais festa do que a que tenho aqui? Morno de tarde boa de barco no rio que leva meu pensamento.
Nenhum comentário:
Postar um comentário